Numa prisão sem aço
Onde uma mente é cativa,
Onde só há espaço
Para uma carcaça à deriva,
É maiúscula a ignomínia
Que devora a idade
De uma criança que cresce
Como escrava da verdade.
E as marés andaram
E as estações passaram
E as pessoas não olharam.
E um sonho foi tudo
O que permaneceu:
Construir castelos no céu.
sexta-feira, 27 de março de 2015
quarta-feira, 25 de março de 2015
Ruído
Cala Março na Primavera
Cala a soberba de quem muito tinha
Cala o Passado noutra Era
Cala a tua boca na minha.
Cala o aleatório com Filosofia
Cala a paz com as tuas armas
Cala o breu com o raiar do dia
Cala as sortes com os teus karmas.
Cala o crepitar da tua chama
Aquece o gelo do teu calor
Cala a voz de quem clama
Que o teu silêncio é ensurdecedor.
Cala a soberba de quem muito tinha
Cala o Passado noutra Era
Cala a tua boca na minha.
Cala o aleatório com Filosofia
Cala a paz com as tuas armas
Cala o breu com o raiar do dia
Cala as sortes com os teus karmas.
Cala o crepitar da tua chama
Aquece o gelo do teu calor
Cala a voz de quem clama
Que o teu silêncio é ensurdecedor.
segunda-feira, 2 de março de 2015
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