Numa prisão sem aço
Onde uma mente é cativa,
Onde só há espaço
Para uma carcaça à deriva,
É maiúscula a ignomínia
Que devora a idade
De uma criança que cresce
Como escrava da verdade.
E as marés andaram
E as estações passaram
E as pessoas não olharam.
E um sonho foi tudo
O que permaneceu:
Construir castelos no céu.
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