Peguei numa tela
E cobri-a de verde,
Descobri que podia fazer dela
O que quisesse.
Pincelei-a com cor garrida:
Uma toada de Sol,
Outra de vida.
Surge então um belo Parque
Que a qualquer um apraz:
Qual Colombo viajante,
Vindo do desgosto acha Paz.
Por ela o tempo corre,
Desfaz-se em poesia e canção;
Afinal de contas,
Entre a magia está um pulmão.
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