Já te perguntaste
Se o que vês é uma mentira
E o que faz de ti o que és
Não é mais que uma partida?
Mas que grande revés,
Saberes que és um brinquedo
Nas mãos de um Mundo cruel,
Em que sobrevives por entre o medo!
E não podes ler o papel
Que a caneta do Destino escreveu
Onde te põem numa redoma
Da qual te retiram para veres o que aconteceu.
Destruição sem hipótese de retoma
Mesmo que o mal seja invisível,
O que te aguarda é um Futuro condenado
Num qualquer lugar de ambiente sofrível.
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