Um dia, vinte e quatro horas
Mas com mensagens às remessas,
Mais pressas
E um sem número de demoras.
Resoluções atribuladas
Por entre cabrito e bacalhau,
"Este ano vou ser melhor
Mas amanhã posso ser mau".
E surge a fantasia do mundo ideal
Com tais festejos de Norte a Sul,
Com a concordância no discurso
E a intimidade coberta de azul.
Não se racionalizem revoltas,
Não é a festa que é o pecado,
É querer dar nome à folia
E usar o gasto "Já não te via desde o ano passado!"
Acordemos então do sonho:
Permanecemos iguais!
Eis um dia como os que estão para vir
Mas que apenas não virá mais.
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