Sentamo-nos no baloiço de jardim,
Ouço-a a falar dos anos e da vida
E de toda a nossa infância perdida.
Somos agora adultos, e bebo aquelas palavras
De tom jasmim.
Não lhe venço batalhas,
Pois sou eu que sou salvo de destinos
Condizentes com um coma lírico
De parecer cínico.
Mas findo o Tempo, arrasada Distância,
Volve toda uma ânsia
Do toque da mais bela presença etérea
Num anjo de vontade férrea.
(Este primeiro post "a sério" tem como objectivo agradecer a quem conseguiu derrotar inseguranças e medos que não eram seus. Por mim que tentasse, qualquer poema que escrevesse seria pequeno demais para ela).
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