Esta vontade,
Esta ânsia que me pulsa nas veias
De distorcer a verdade,
De deitar mão à saudade,
De tatuar no papel
Uma distopia,
Uma alma cheia,
Uma meta vazia.
Escrever, escrever, escrever:
Não é a repetição
Que dela faz imperativo,
É a necessidade de me manter vivo
Que resulta como uma canção.
E se um dia as letras se apagarem
E as palavras se baralharem
Será o dia em que parou de me bater o coração.
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