Sou um monótono Inverno
De folhas caídas das árvores
E frio rigoroso.
Sou uma rua deserta
Onde não se vê nem ouve vivalma,
Onde não se espera um abraço caloroso.
Sou uma tarde chuvosa de domingo,
De livro numa mão e chávna de chá na outra,
Num forçado repouso.
Espero apenas a Primavera que faça nascer flor na árvore nua
A meia-noite que me torne num dia novo
E que fique para habitar a minha rua.
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