domingo, 3 de fevereiro de 2013

Capital

Do alto da Torre se saboreia
A nata da vitória de um Povo
Que se funde com o passado do Mundo
Descoberto e tornado novo.

O vasto manto azul revela
Uma certa adoração monástica
Encerrada na forma de estrutura
Da arquitectura mais entusiástica.

Já foi vítima de derrubes,
Mas ascendeu em toda a sua Glória,
Revelando o engenho de Um
E expondo as agruras da História.

Ainda tem a Senhora das Águas,
Outrora imponente, agora vazia.
É a última das grandes riquezas
Que o Gigante de Pedra na outra ponta vigia.

E na Caravela os 33 revelam
As proezas que uma Nação alcançou,
Toca o braço do Monstro de Ferro
Em local que a Cimbali não domou.

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